sábado, novembro 04, 2006
sexta-feira, novembro 03, 2006
O que é a pílula do dia seguinte?
A pílula do dia seguinte é comercializada em Portugal com o nome de Tetragynon.
Como se toma?
Consta de quatro comprimidos, devendo ser tomados dois juntos até 72 horas após a relação sexual, e os outros dois 12 horas depois dos primeiros.
Efeitos secundários?
Podem ocorrer náuseas e vómitos, bem como hemorragias. Os vómitos podem cortar a eficácia contraceptiva pelo que é aconselhável tomar também um medicamento contra os enjoos. É um método que só se deve utilizar em situações de emergência uma vez que, como vimos, provoca algum mal estar, por vezes intenso (vómitos e cefaleias) e pode alterar o ciclo menstrual demorando algum tempo a sua normalização.
Modo de actuação?
Tanto quanto se sabe, a pílula do dia seguinte funciona por um de dois processos:
1.Pode retardar ou inibir a ovulação, e nesse caso não existe pura e simplesmente fecundação, não se podendo nunca falar em aborto ou interrupção da gravidez.
2.Se ao contrário do que acima descrevemos houver saída de um óvulo (ovulação) e ele for fecundado pelo espermatozóide na trompa, dá-se início a um novo ser vivo e passa então a chamar-se ovo. Demora depois cerca de 3 a 4 dias até atingir o útero. A pílula do dia seguinte pode então actuar por outro processo, que será o mais frequente, e que consiste na alteração do revestimento do útero de modo a torná-lo incapaz de receber o ovo já fecundado, impedindo a sua fixação (implantação) e portanto a evolução de uma gravidez.
Quando despontou a luta contra a escravatura nos USA, muitos pensaram que logo iria mobilizar multidões. Porém, manteve-se muito tempo num impasse até que se começou a mostrar fotografias dos escravos, da miséria em que viviam, das torturas a que eram submetidos, etc. Foi então, e só então, que se deu o ponto de viragem. A guerra do Vietname só acabou quando as imagens das vítimas que a Comunicação Social difundiu denunciaram as consequências cruéis da guerra. Quem se recorda da independência de Timor sabe bem o papel imprescindível que nela tiveram os sons e as imagens. Os meios de Comunicação Social estão perfeitamente conscientes do poder que têm e como deve ser usado quando se trata de defender os fracos e os débeis contra os poderosos e os violentos, e, no entanto, não há memória de que tenham exibido, uma só vez que fosse, fotografias ou filmes de bebés decepados, mutilados, espotejados e degolados por aborto. Nunca revelaram como os deitam para os esgotos, para as lixeiras ou como os queimam em fornos (a semelhança entre os fornos crematórios para incinerar bebés e os que eram usados nos campos de concentração nazis é arrepiante). Não espanta, pois, que o Papa tenha denunciado: “... a verdade é que estamos perante uma objectiva conjura contra a vida na qual estão também implicadas Instituições Internacionais, empenhadas em encorajar e programar verdadeiras e próprias campanhas para difundir ... o aborto. Não se pode negar, enfim, que os mass-media são frequentemente cúmplices dessa conjura, ao abonarem junto da opinião pública aquela cultura que apresenta o recurso ... ao aborto e à própria eutanásia como sinal do progresso e conquista da liberdade, enquanto descrevem como inimigas da liberdade e do progresso as posições incondicionalmente a favor da vida.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 17). Trata-se, de facto, “... de uma guerra dos poderosos contra os fracos”. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 12).
Para os primeiros do SIM, a mulher é uma bandeira a ser usada; para os do NÃO, uma pessoa a ser amada. As ideologias necrófilas fazem o que Lúcifer sempre fez: apresentam uma ilusão, uma miragem, uma aparência de excelência e libertação para logo enredar e desgraçar. O Maligno transfigura-se em Anjo de Luz. Em nome do proletariado fizeram-se revoluções que o oprimiram e esmagaram. Em nome das mulheres quer-se uma descriminalização do aborto que só pode terminar numa tragédia imensa para as próprias.
Este uso e abuso da mulher como bandeira encerra um outro perigo tanto mais nefasto quanto subtil. De facto, acontece algo de semelhante ao que sucedeu com algumas campanhas irresponsáveis sobre a droga. Os toxicodependentes, por todos apaparicados, vitimizados por um discurso lamechas sentiram-se uns heróis/vítimas, uns coitadinhos, centro de todas as atenções, sem culpa nem responsabilidade alguma, incapazes de qualquer grandeza, da mínima liberdade, com direito a tudo exigir. Assim desumanizados afundaram-se ainda mais nos seus problemas. Hoje a mulher que queira aparecer em reportagens nos jornais, falar na rádio, mostrar-se na TV, ter a compaixão das multidões, ser por todos lamentada, mimada e aclamada só tem de provocar um aborto – quanto maior a quantidade dos que fizer sem arrependimento algum, maiores são as hipóteses de ser vedeta – para ser enfim considerada uma heroína.
Noutros tempos uma grávida com grandes dificuldades a última coisa em que pensava, se chegava a pensar, era na possibilidade de abortar. Nos dias de hoje, depois de tanta enxurrada de propaganda, ao mínimo obstáculo, a primeira coisa em que matuta para resolver o seu problema real ou imaginário é na possibilidade de eliminar a criança. Um número muito significativo de mulheres “tem a cabeça feita”, estando, por isso, de algum modo despojadas de defesas. O instinto maternal está sendo anestesiado pela hipnose colectiva. Contrariamente ao que se apregoa a maioria de abortos não são devidos a casos dramáticos (sem negar que estes também existem), mas a leviandades por “dá cá aquela palha
Ser contra o aborto e a favor da descriminalização?
A desfaçatez dos propugnadores da liberalização do homicídio/aborto vai ao ponto de dizerem que são contra o mesmo, acrescentando que ninguém faz um aborto de ânimo leve. Estes são os mesmos que contra toda a evidência humana e científica negam, quando lhes convém (às vezes descaem-se), que o ser humano comece na concepção, na fase unicelular. Não se entende, por isso, porque é que, por um lado, são contra o aborto e, por outro, porque é que nenhuma mulher o faz de ânimo leve. Se não há vida humana, qual é o problema? E se há, como é possível aceitar que se mate propositadamente uma pessoa inocente para se desenvencilhar? Por que não assassinar então os pais para antecipar a herança, ou o colega de trabalho para subir no emprego, ou o filho/a de 16 anos para ter uma vida mais folgada? É que essencial e qualitativamente não existe diferença alguma entre um bebé não nascido, ou já nascido, e uma criança ou um adolescente ou um adulto ou um idoso. Trata-se sempre da mesma pessoa em diversas fases ou etapas da sua existência. Acautelem-se os pais!, porque se se dá a estes o direito de matar os próprios filhos pelo homicídio/aborto, tarde ou cedo terá de se conceder aos filhos o direito de assassinar seus pais pelo homicídio/eutanásia.
A pílula do dia seguinte é comercializada em Portugal com o nome de Tetragynon.
Como se toma?
Consta de quatro comprimidos, devendo ser tomados dois juntos até 72 horas após a relação sexual, e os outros dois 12 horas depois dos primeiros.
Efeitos secundários?
Podem ocorrer náuseas e vómitos, bem como hemorragias. Os vómitos podem cortar a eficácia contraceptiva pelo que é aconselhável tomar também um medicamento contra os enjoos. É um método que só se deve utilizar em situações de emergência uma vez que, como vimos, provoca algum mal estar, por vezes intenso (vómitos e cefaleias) e pode alterar o ciclo menstrual demorando algum tempo a sua normalização.
Modo de actuação?
Tanto quanto se sabe, a pílula do dia seguinte funciona por um de dois processos:
1.Pode retardar ou inibir a ovulação, e nesse caso não existe pura e simplesmente fecundação, não se podendo nunca falar em aborto ou interrupção da gravidez.
2.Se ao contrário do que acima descrevemos houver saída de um óvulo (ovulação) e ele for fecundado pelo espermatozóide na trompa, dá-se início a um novo ser vivo e passa então a chamar-se ovo. Demora depois cerca de 3 a 4 dias até atingir o útero. A pílula do dia seguinte pode então actuar por outro processo, que será o mais frequente, e que consiste na alteração do revestimento do útero de modo a torná-lo incapaz de receber o ovo já fecundado, impedindo a sua fixação (implantação) e portanto a evolução de uma gravidez.
Quando despontou a luta contra a escravatura nos USA, muitos pensaram que logo iria mobilizar multidões. Porém, manteve-se muito tempo num impasse até que se começou a mostrar fotografias dos escravos, da miséria em que viviam, das torturas a que eram submetidos, etc. Foi então, e só então, que se deu o ponto de viragem. A guerra do Vietname só acabou quando as imagens das vítimas que a Comunicação Social difundiu denunciaram as consequências cruéis da guerra. Quem se recorda da independência de Timor sabe bem o papel imprescindível que nela tiveram os sons e as imagens. Os meios de Comunicação Social estão perfeitamente conscientes do poder que têm e como deve ser usado quando se trata de defender os fracos e os débeis contra os poderosos e os violentos, e, no entanto, não há memória de que tenham exibido, uma só vez que fosse, fotografias ou filmes de bebés decepados, mutilados, espotejados e degolados por aborto. Nunca revelaram como os deitam para os esgotos, para as lixeiras ou como os queimam em fornos (a semelhança entre os fornos crematórios para incinerar bebés e os que eram usados nos campos de concentração nazis é arrepiante). Não espanta, pois, que o Papa tenha denunciado: “... a verdade é que estamos perante uma objectiva conjura contra a vida na qual estão também implicadas Instituições Internacionais, empenhadas em encorajar e programar verdadeiras e próprias campanhas para difundir ... o aborto. Não se pode negar, enfim, que os mass-media são frequentemente cúmplices dessa conjura, ao abonarem junto da opinião pública aquela cultura que apresenta o recurso ... ao aborto e à própria eutanásia como sinal do progresso e conquista da liberdade, enquanto descrevem como inimigas da liberdade e do progresso as posições incondicionalmente a favor da vida.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 17). Trata-se, de facto, “... de uma guerra dos poderosos contra os fracos”. (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 12).
Para os primeiros do SIM, a mulher é uma bandeira a ser usada; para os do NÃO, uma pessoa a ser amada. As ideologias necrófilas fazem o que Lúcifer sempre fez: apresentam uma ilusão, uma miragem, uma aparência de excelência e libertação para logo enredar e desgraçar. O Maligno transfigura-se em Anjo de Luz. Em nome do proletariado fizeram-se revoluções que o oprimiram e esmagaram. Em nome das mulheres quer-se uma descriminalização do aborto que só pode terminar numa tragédia imensa para as próprias.
Este uso e abuso da mulher como bandeira encerra um outro perigo tanto mais nefasto quanto subtil. De facto, acontece algo de semelhante ao que sucedeu com algumas campanhas irresponsáveis sobre a droga. Os toxicodependentes, por todos apaparicados, vitimizados por um discurso lamechas sentiram-se uns heróis/vítimas, uns coitadinhos, centro de todas as atenções, sem culpa nem responsabilidade alguma, incapazes de qualquer grandeza, da mínima liberdade, com direito a tudo exigir. Assim desumanizados afundaram-se ainda mais nos seus problemas. Hoje a mulher que queira aparecer em reportagens nos jornais, falar na rádio, mostrar-se na TV, ter a compaixão das multidões, ser por todos lamentada, mimada e aclamada só tem de provocar um aborto – quanto maior a quantidade dos que fizer sem arrependimento algum, maiores são as hipóteses de ser vedeta – para ser enfim considerada uma heroína.
Noutros tempos uma grávida com grandes dificuldades a última coisa em que pensava, se chegava a pensar, era na possibilidade de abortar. Nos dias de hoje, depois de tanta enxurrada de propaganda, ao mínimo obstáculo, a primeira coisa em que matuta para resolver o seu problema real ou imaginário é na possibilidade de eliminar a criança. Um número muito significativo de mulheres “tem a cabeça feita”, estando, por isso, de algum modo despojadas de defesas. O instinto maternal está sendo anestesiado pela hipnose colectiva. Contrariamente ao que se apregoa a maioria de abortos não são devidos a casos dramáticos (sem negar que estes também existem), mas a leviandades por “dá cá aquela palha
Ser contra o aborto e a favor da descriminalização?
A desfaçatez dos propugnadores da liberalização do homicídio/aborto vai ao ponto de dizerem que são contra o mesmo, acrescentando que ninguém faz um aborto de ânimo leve. Estes são os mesmos que contra toda a evidência humana e científica negam, quando lhes convém (às vezes descaem-se), que o ser humano comece na concepção, na fase unicelular. Não se entende, por isso, porque é que, por um lado, são contra o aborto e, por outro, porque é que nenhuma mulher o faz de ânimo leve. Se não há vida humana, qual é o problema? E se há, como é possível aceitar que se mate propositadamente uma pessoa inocente para se desenvencilhar? Por que não assassinar então os pais para antecipar a herança, ou o colega de trabalho para subir no emprego, ou o filho/a de 16 anos para ter uma vida mais folgada? É que essencial e qualitativamente não existe diferença alguma entre um bebé não nascido, ou já nascido, e uma criança ou um adolescente ou um adulto ou um idoso. Trata-se sempre da mesma pessoa em diversas fases ou etapas da sua existência. Acautelem-se os pais!, porque se se dá a estes o direito de matar os próprios filhos pelo homicídio/aborto, tarde ou cedo terá de se conceder aos filhos o direito de assassinar seus pais pelo homicídio/eutanásia.
quinta-feira, novembro 02, 2006
JOGOS MORTAIS - SAW III



Está de regresso, mais um capitúlo de um clássico nos filmes de terror. Depois de ter visto o Saw e Saw II, já esperava impaciente por mais Jogos Mortais.
Não aconselho este tipo de filme para quem se impressiona facilmente,
mas garanto que para quem gosta deste género,
qualquer um deles, é imperdivel!
AS MAIS BELAS MULHERES
que interessa isso quando se é tão DESLUMBRANTE!!!
quarta-feira, novembro 01, 2006
ABORTO - ALGUÉM PENSA NA MULHER?
Que tipo de preocupação pelas mulheres existe quando colocamos mais esforço em matar a criança do que em ajudar a mulher a manter seu filho?
A mentalidade do aborto vê a gravidez como uma doença.
Ela não leva a mulher a sério no seu privilégio único de poder gerar uma nova vida!
Alguns dizem que o movimento pró-vida é controlado por homens tentando controlar as mulheres. Mas você alguma vez notou que a indústria do aborto é controlada principalmente por homens, que ganham um monte de dinheiro fazendo esta cirurgia degradante nas mulheres?
O aborto não leva o sexo a sério, também. Pelo contrário, fica mais fácil para os homens explorarem as mulheres sexualmente.
Rosemary Bottcher, uma feminista pela vida, escreveu: "O aborto reduz as mulheres ao status de máquinas de fazer sexo que podem ser "consertadas" se for necessário. O aborto ajuda a aliviar a ansiedade do homem pelo sexo e liberta-o do último vestígio de responsabilidade. O sexo é realmente livre, afinal!".
Muitas mulheres perceberam estes factos, e formaram a Coalisão Nacional de Mulheres pela Vida (National Women's Coalition for Life). Vamos parar de nos enganar dizendo que o aborto é um "direito" da mulher. O movimento pró-vida oferece às mulheres milhares de centros espalhados pelo mundo onde elas podem encontrar compaixão, assistência, alternativas reais e escolhas que oferecem vida. O movimento do aborto oferece-lhes nenhuma escolha, excepto um corpo ferido, uma mente marcada, e um bebé morto.
A mentalidade do aborto vê a gravidez como uma doença.
Ela não leva a mulher a sério no seu privilégio único de poder gerar uma nova vida!
Alguns dizem que o movimento pró-vida é controlado por homens tentando controlar as mulheres. Mas você alguma vez notou que a indústria do aborto é controlada principalmente por homens, que ganham um monte de dinheiro fazendo esta cirurgia degradante nas mulheres?
O aborto não leva o sexo a sério, também. Pelo contrário, fica mais fácil para os homens explorarem as mulheres sexualmente.
Rosemary Bottcher, uma feminista pela vida, escreveu: "O aborto reduz as mulheres ao status de máquinas de fazer sexo que podem ser "consertadas" se for necessário. O aborto ajuda a aliviar a ansiedade do homem pelo sexo e liberta-o do último vestígio de responsabilidade. O sexo é realmente livre, afinal!".
Muitas mulheres perceberam estes factos, e formaram a Coalisão Nacional de Mulheres pela Vida (National Women's Coalition for Life). Vamos parar de nos enganar dizendo que o aborto é um "direito" da mulher. O movimento pró-vida oferece às mulheres milhares de centros espalhados pelo mundo onde elas podem encontrar compaixão, assistência, alternativas reais e escolhas que oferecem vida. O movimento do aborto oferece-lhes nenhuma escolha, excepto um corpo ferido, uma mente marcada, e um bebé morto.
segunda-feira, outubro 30, 2006
MARIA DE VASCONCELOS



Foi sem esperar que por um acaso ouvi uma música da Maria de Vasconcelos, e de repente parei, tudo parou, dúvidei que aquela voz tão certinha, tão melódica, tão penetrante existia mesmo. Pois existe, é portuguesa, já passou pelas passereles, trabalha na rádio e encanta quando pega numa guitarra e solta a sua voz como quem pede atenção.
sábado, outubro 28, 2006
GRANDA BUBA!

Ontem em Aveiro o Beira-Mar empatou a 3 golos com o Sporting.
O avançado Buba marcou os 3 golos do Beira-Mar, é caso para dizer, que o Sporting saiu de aveiro com uma GRANDA BUBA!
PARABÉNS PARA A BIA




Hoje faz 3 aninhos a minha sobrinha Beatriz.
Para ela e para os pais babados, os meus parabéns
e continuação de muita felicidade e saúde!
sexta-feira, outubro 27, 2006
FRASES SOLTAS
Incomodam-me as pessoas que não dão a cara.
> (Anónimo)
Vamos por partes.
> (Jack "O Estripador")
A minha esposa tem um bom físico.
> (Albert Einstein)
Eu comecei por roer as unhas.
> (Venus de Milo)
Nunca pude estudar Direito.
> (O Corcunda de Notre Dame)
Ser cego não é grave, pior seria ser negro.
> (Stevie Wonder)
Sempre quis ser o primeiro.
> (João Paulo II)
Quando te foste deixaste-me um sabor amargo na boca.
> (Monica Lewinski)
Hás-de pagar-me.
> (Fundo Monetario Internacional)
Batemos a concorrência.
> (Moulinex)
Não ao derramamento de sangue!!!
> (Tampax)
O automóvel nunca substituirá o cavalo.
> (A égua)
Disseram-me para jogar junto a linha branca.
> (Diego A. Maradona)
Tenho um nó na garganta.
> (Um enforcado)
Estou feito em pedaços.
> (Frankenstein)
Gosto da humanidade.
> (Um canibal)
Basta de humor negro!
> (Ku Klux Klan)
A minha noiva é uma cadela!
> (Pluto)
És a única mulher da minha vida!
> (Adão)
Levantarei os caidos e oprimirei os grandes!
> (O soutien)
> (Anónimo)
Vamos por partes.
> (Jack "O Estripador")
A minha esposa tem um bom físico.
> (Albert Einstein)
Eu comecei por roer as unhas.
> (Venus de Milo)
Nunca pude estudar Direito.
> (O Corcunda de Notre Dame)
Ser cego não é grave, pior seria ser negro.
> (Stevie Wonder)
Sempre quis ser o primeiro.
> (João Paulo II)
Quando te foste deixaste-me um sabor amargo na boca.
> (Monica Lewinski)
Hás-de pagar-me.
> (Fundo Monetario Internacional)
Batemos a concorrência.
> (Moulinex)
Não ao derramamento de sangue!!!
> (Tampax)
O automóvel nunca substituirá o cavalo.
> (A égua)
Disseram-me para jogar junto a linha branca.
> (Diego A. Maradona)
Tenho um nó na garganta.
> (Um enforcado)
Estou feito em pedaços.
> (Frankenstein)
Gosto da humanidade.
> (Um canibal)
Basta de humor negro!
> (Ku Klux Klan)
A minha noiva é uma cadela!
> (Pluto)
És a única mulher da minha vida!
> (Adão)
Levantarei os caidos e oprimirei os grandes!
> (O soutien)
quinta-feira, outubro 26, 2006
ABANDONADO À SUA SORTE


Mais um cachorrinho abandonado à sua sorte, é bébé, não tem mais de mês e meio a mãe levou os outros 3 e este ficou para trás. Entretanto apareceu a Elsa, que tambem costuma costuma dar de comer aos gatos da zona e á mãe destes bébés, segundo conta é uma menina nada nova arraçada de Husky, está farta de parir e em 3 anos e meio é a primeira vez que se consegue vêr os filhos pois regra geral ou os ciganos ou os miúdos (autenticos bárbaros) matam-nos todos.Ainda procurámos a mãe mas ela está a tentar proteger os 3 bébés que restaram, começou a chover torrencialmente e ela enfia-se por sitios impossiveis de se seguida.
Por favor quem poder ficar temporáriamente com este bébé ou adoptá-lo, por favor contacte, mesmo que não possam passem ao máximo nº de pessoas possivel pois estamos completamente desesperados e tememos o futuro deste bébé.
Andreia
938271412
Elsa
967820164
quarta-feira, outubro 25, 2006
UMA ESCOLHA CONTRA A MULHER
O aborto é frequentemente apresentado como um problema de "direito das mulheres". É visto como algo desejável para as mulheres, e como um benefício ao qual elas deveriam ter tanto acesso quanto possível. Na verdade, ser "pró-vida" é visto como sendo "contra os direitos da mulher". Se você às vezes pensa desta forma, examine os factos apresentados aqui. Verá que, na verdade, o aborto prejudica a mulher, ignora os seus direitos, e as abusa e degrada. Qualquer um que se preocupa com a mulher fará bem em conhecer estes factos.
Estudos de mulheres que fizeram aborto, (veja, por exemplo, o livro do Dr. David Reardon, Aborted Women, Silent No More), mostram que o aborto não é uma questão de dar à mulher uma "escolha". É, tragicamente, uma situação em que as mulheres sentiram que não tinham NENHUMA ESCOLHA, sentiram que ninguém se importava com elas e com seu bebé, dando-lhes alternativa alguma a não ser o aborto. A mulher sente-se rejeitada, confusa, com medo, sozinha, incapaz de lidar com a gravidez - e, no meio disto tudo, a sociedade diz-lhe, "Nós eliminaremos o seu problema eliminando o seu bebé. Faça um aborto. É seguro, fácil, e uma solução legal".
O facto é que embora o aborto seja legal (nos Estados Unidos) , ele NÃO é seguro e fácil, nem respeita a mulher.
Carol Everett costumava trabalhar numa clínica de aborto. Ela agora é pró-vida, e conta como as mulheres não recebem toda a verdade sobre o procedimento do aborto. Quando elas perguntam "É doloroso?", é-lhes dito "Não", apesar de dores graves fazerem parte do processo. Quando elas perguntam, "É um bebé?", é-lhes dito "Não". Muitas mulheres descobriram só DEPOIS do seu aborto que seu bebé já tinha braços, pernas, e chupavam o dedo, antes de serem abortados. Os funcionários das clínicas recebem ordens de não oferecer nenhuma outra informação se lhes for perguntado. Por que é que nós não respeitamos as mulheres o suficiente para lhes dizer toda a verdade?
Nada é dito às mulheres sobre os muitos efeitos prejudiciais psicológicos e físicos do aborto. O aborto NÃO é seguro. Existem, por exemplo, quinze factores de risco psicológico que devem ser investigados antes deste procedimento. E eles normalmente não são investigados. Mulheres que fizeram aborto têm duas vezes mais probabilidade de aborto espontâneo se ficarem grávidas novamente. Uma das razões disto é a "incompetência cervical". Durante um aborto o músculo cervical é distendido e aberto apressadamente, e consequentemente pode ficar muito fraco para permanecer fechado para uma outra gravidez. Outra complicação é a gravidez ectópica (gravidez extra-uterina, fora do útero), uma situação de risco de vida na qual, por causa do tecido fibroso no ventre devido à raspagem do aborto, um óvulo fertilizado é impedido de entrar no útero e assim começa a crescer no tubo falopiano e por fim o rompe. Desde que o aborto foi legalizado nos Estados Unidos, os casos de gravidez ectópica cresceram 300%. Muitas outras complicações físicas podem surgir, como mostra o quadro abaixo. Também tem sido provado que complicações e morte de mulheres que fizeram aborto são relatados em BAIXA ESCALA, e registados sob causas diferentes do aborto.
Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mas mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebé, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ainda sofre pelo aborto feito há 50 anos atrás! Ninguém preocupado com as mulheres pode responsavelmente ignorar estes factos.
Estudos de mulheres que fizeram aborto, (veja, por exemplo, o livro do Dr. David Reardon, Aborted Women, Silent No More), mostram que o aborto não é uma questão de dar à mulher uma "escolha". É, tragicamente, uma situação em que as mulheres sentiram que não tinham NENHUMA ESCOLHA, sentiram que ninguém se importava com elas e com seu bebé, dando-lhes alternativa alguma a não ser o aborto. A mulher sente-se rejeitada, confusa, com medo, sozinha, incapaz de lidar com a gravidez - e, no meio disto tudo, a sociedade diz-lhe, "Nós eliminaremos o seu problema eliminando o seu bebé. Faça um aborto. É seguro, fácil, e uma solução legal".
O facto é que embora o aborto seja legal (nos Estados Unidos) , ele NÃO é seguro e fácil, nem respeita a mulher.
Carol Everett costumava trabalhar numa clínica de aborto. Ela agora é pró-vida, e conta como as mulheres não recebem toda a verdade sobre o procedimento do aborto. Quando elas perguntam "É doloroso?", é-lhes dito "Não", apesar de dores graves fazerem parte do processo. Quando elas perguntam, "É um bebé?", é-lhes dito "Não". Muitas mulheres descobriram só DEPOIS do seu aborto que seu bebé já tinha braços, pernas, e chupavam o dedo, antes de serem abortados. Os funcionários das clínicas recebem ordens de não oferecer nenhuma outra informação se lhes for perguntado. Por que é que nós não respeitamos as mulheres o suficiente para lhes dizer toda a verdade?
Nada é dito às mulheres sobre os muitos efeitos prejudiciais psicológicos e físicos do aborto. O aborto NÃO é seguro. Existem, por exemplo, quinze factores de risco psicológico que devem ser investigados antes deste procedimento. E eles normalmente não são investigados. Mulheres que fizeram aborto têm duas vezes mais probabilidade de aborto espontâneo se ficarem grávidas novamente. Uma das razões disto é a "incompetência cervical". Durante um aborto o músculo cervical é distendido e aberto apressadamente, e consequentemente pode ficar muito fraco para permanecer fechado para uma outra gravidez. Outra complicação é a gravidez ectópica (gravidez extra-uterina, fora do útero), uma situação de risco de vida na qual, por causa do tecido fibroso no ventre devido à raspagem do aborto, um óvulo fertilizado é impedido de entrar no útero e assim começa a crescer no tubo falopiano e por fim o rompe. Desde que o aborto foi legalizado nos Estados Unidos, os casos de gravidez ectópica cresceram 300%. Muitas outras complicações físicas podem surgir, como mostra o quadro abaixo. Também tem sido provado que complicações e morte de mulheres que fizeram aborto são relatados em BAIXA ESCALA, e registados sob causas diferentes do aborto.
Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mas mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebé, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ainda sofre pelo aborto feito há 50 anos atrás! Ninguém preocupado com as mulheres pode responsavelmente ignorar estes factos.
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