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sábado, maio 03, 2008

FAZ HOJE UM ANO

Um ano passou e nada se descobriu,
cada pessoa terá decerto o seu pensamento sobre o caso Maddie,
pois bem, o que eu penso é que em primeiro lugar,
a nossa policia não evoluiu nada, parece ter medo de fazer seja o que for.
Para mim a pequena Maddie está morta e até julgo saber por quem,
mas até prova em contrário todos são inocentes, o que é verdade
é que muitas coisas aconteceram e a maioria não me convenceu.
Os pais da menina não me convencem, a forma como tudo aconteceu
também não me convence, as provas, as análises, as buscas,
nada disto parece convencer ninguém.
Desde que voltaram para Inglaterra que se ouve dizer que os pais de Maddie estão dispostos a voltar a Portugal caso sejam chamados,
mas o que é certo é que não voltaram a por cá os pés nem acredito que o façam.
Um ano se passou e alguns creditam que a menina está viva,
mas esses que assim pensam, das duas uma, ou são ingénuos,
ou querem acreditar que assim seja ou para alguns até lhes convém pensar assim...

sexta-feira, setembro 14, 2007

CASO MADELEINE MCCAIN

Quer queiramos quer não, é o assunto mais mediático do ano e todos os dias surgem dados novos.
Se por um lado aparecem cada vez mais indícios e provas que incriminam Kate McCain, por outro lado o facto de também eu ser pai, diz-me que até que se prove, Kate é inocente e que talvez se esteja a cometer um erro enorme procurando culpas para uma mãe que ficou sem uma filha, ao invés de se procurar a mesma.
De tanto reflectir sobre este assunto, garanto que já ando meio tonto e sem saber o que pensar.

Últimas do caso Madeleine McCain:

* O jornal ‘France Soir’, de Paris, noticiou ontem que uma das análises de ADN aponta para que Maddie tenha morrido com uma overdose de medicamentos para dormir. A informação faz a primeira página da generalidade da imprensa britânica.


* A Polícia Judiciária acredita que Kate e Gerry podem ter tido a colaboração de terceiros no encobrimento do cadáver de Madeleine. Ou, pelo menos, que algum dos amigos que os acompanhavam durante as férias de Maio, na Praia da Luz, poderão tê-los ajudado a encobrir a mentira.

* O diário de Kate é fundamental para os investigadores da Polícia Judiciária, que o encontraram aberto na vivenda alugada pelos McCann depois do desaparecimento de Madeleine do Ocean Club.
a importância do diário é considerada elevada. Naquele, Kate revela traços da sua personalidade. Queixa-se frequentemente que os filhos são “histéricos” e fala de Madeleine como uma criança cujo excesso de actividade lhe consome as forças. Conta também que Gerry não a ajuda nas tarefas familiares e que recai sobre si a obrigação de tratar dos mais pequenos. O CM sabe ainda que Kate revela também pormenores do dia 3 de Maio. Não confessa qualquer crime, mas descreve as horas anteriores ao desaparecimento de Maddie.

segunda-feira, setembro 10, 2007

HISTÓRIA INTERMINÁVEL

PJ acredita que Kate matou a filha
Madeleine poderá ter sido agredida. Mas também poderá ter morrido na sequência de um acidente, depois de ter sido sedada para dormir. É esta a convicção da Polícia Judiciária, que acredita ter sido Kate que matou Maddie, de forma acidental ou consciente. As certezas não existem, apenas indícios que apontam para a mãe da criança. Pelo seu comportamento, pela forma como agiu relativamente ao desaparecimento da filha, pelos odores a cadáver e vestígios forenses recolhidos pela polícia científica.
Kate apresentou-se na quinta-feira na Polícia Judiciária visivelmente descontrolada. Fontes policiais contactadas pelo CM dizem que teve várias vezes, ao longo das mais de 13 horas de interrogatório, reacções histéricas. E recusou responder a muitas perguntas. Não explicou o sangue encontrado no carro, não respondeu se esbofeteava a filha. E nem sequer confirmou com clareza se sedava as crianças.

Certezas para a PJ são apenas os factos. E esses revelam que era Kate quem habitualmente cuidava das crianças, as deitava regularmente, enquanto Gerry jogava ténis ou descansava na piscina. O depoimento da septuagenária inglesa (Pamela Fenn), que ocupava um apartamento no andar de cima ao utilizado pelos McCann, indicia também que Kate às vezes se tornava violenta. Descontrolava-se, sendo audíveis os gritos da menina a chamar pelo pai. Há outra testemunha, também inglesa, que refere o mesmo cenário. Kate parecia ter momentos de agressividade perante os filhos, sendo o pai, embora mais ausente, quem revelava maior controlo emocional.

Kate refutou todas estas suspeitas na Polícia Judiciária de Portimão onde foi interrogada e foi nesse quadro que lhe foi explicado o enquadramento penal do homicídio por negligência. Os investigadores, embora não a confrontassem directamente com uma possível agressão, lhe explicaram que ao não confessar o acidente poderia abrir portas para um quadro legal mais penoso.

O que significa que deixaria de se tratar de um homicídio negligente, para passar a um crime qualificado ou com dolo eventual.

PAI PEDE PROVAS À PJ

Gerry teve também um comportamento invulgar durante o interrogatório judicial. Confrontado com as suspeitas da PJ, o pai de Maddie pediu repetidas vezes que lhe fossem fornecidas provas. Não negou peremptoriamente os factos, mas tentou perceber se as autoridades tinham indícios suficientes para sustentarem a tese de homicídio.

Para a PJ há também uma outra situação estranha. Se se tratou de um acidente, por que é que os McCann se desfizeram do cadáver e simularam um rapto? A hipótese de esconderem algo mais do que um acto irreflectido está em cima da mesa e os investigadores esperam apenas esgotar todas as hipóteses para que eles expliquem a morte. Depois disso avançarão para a acusação formal de homicídio e ocultação de cadáver.

JUDICIÁRIA FAZ RELATÓRIO E PROPÕE BUSCAS AO PROCURADOR

Os próximos passos da investigação terão de ser decididos pelo Ministério Público. Quando recomeçam as buscas à procura do corpo de Maddie e quando voltarão a ser inquiridos os McCann que ontem de manhã regressaram ao seu país.

O responsável do departamento deverá sugerir os novos passos a tomar, designadamente que sejam retomadas as buscas, o mais precisas possível, para evitar a repetição da procura incessante de Maio e também da “correria” que marcou o caso Joana.

Ontem, na Polícia Judiciária, o ambiente era de desalento. Diversas fontes confirmaram o óbvio. Que a atitude dos McCann ao saírem do País estava coberta pela legalidade – o casal prestou Termo de Identidade e Residência na morada que possui em Inglaterra – mas que agora o processo corre sérios riscos de nunca mais ser resolvido. “A atitude é legal. Mas obviamente que vai complicar a investigação, porque temos de aguardar pelo cumprimento de formalidades legais”, porta-voz da PJ, Olegário de Sousa.

GNR À ESPERA PARA AVANÇAR

A GNR foi contactada na passada sexta-feira, para a partir de hoje estar disponível para avançar para buscas nos terrenos a sul do Ocean Club. No entanto, as mesmas ainda não estão marcadas, devendo ficar dependentes da decisão do Ministério Público. É provável, no entanto, que sejam retomadas nos próximos dias, mas partindo para locais concretos.

MINISTÉRIO PÚBLICO RECUOU

Na quinta-feira, quando a Polícia Judiciária optou pela inquirição a Kate, os investigadores admitiam constitui-la arguida e, caso ela não respondesse cabalmente aos indícios recolhidos pela investigação, imputar-lhe pelo menos as suspeitas de um crime de homicídio com dolo eventual. Só assim a mãe de Madeleine poderia ser presente a primeiro interrogatório judicial, de forma a que o juiz de instrução lhe aplicasse medidas de coacção, além do Termo de Identidade e Residência.

Durante o dia de quinta-feira tudo mudou. O procurador, que começou por admitir a detenção fora do flagrante delito, entendeu então só haver indícios de homicídio negligente e ocultação de cadáver, sendo que nenhum destes crimes admite a aplicação da prisão preventiva e inviabiliza a apresentação a juízo.

TRATAMENTO VIP PARA OS MCCANN

Kate aperta o casaco amarelo, solta o cinto à pressa e pega na filha. Corre para casa com um rosto fechado que já não aguenta as câmaras. É a imagem do dia, fotógrafos nos escadotes, câmaras em guindastes, dois helicópteros no ar logo ao final da manhã. Está cercada a ‘Orchard House’ e os polícias fardados à procura de ordem ao portão dos McCann.

AGITAÇÃO NA PRAIA DA LUZ

Antes disso, na Praia da Luz, a agitação era grande. Durante toda a madrugada, esperava-se que o casal McCann abandonasse o apartamento alugado na Rua das Flores para seguir viagem ao volante da Renault Scenic em direcção ao Aeroporto de Faro. Assim que os ponteiros marcaram as 6h00, a GNR ofereceu-lhes um tratamento VIP.

O acesso à vivenda Vista do Mar foi vedado pela GNR aos jornalistas e curiosos que ali aguardavam a saída dos mais recentes arguidos do caso Maddie. Eram 06h20 e ainda faltavam três horas para embarcarem no voo 6552 da Easyjet.

Quinze minutos depois, alguns familiares dos McCann arrumaram as malas no porta-bagagens do carro alugado onde a PJ encontrou vestígios de sangue. O n.º 27 da Rua das Flores estava prestes a ser abandonado e minutos depois chegou ao local um táxi: um Audi A3 que depressa iniciou as manobras de saída. O porta-voz, David Hughes chegou ao local para se juntar à família, depois de a colega Justine McGuiness ter garantido horas antes que o casal não deixaria o Algarve.

Às 07h05, Kate, Gerry, os assessores e familiares ocuparam as três viaturas e deixaram a aldeia de onde Maddie desapareceu no dia 3 de Maio. Seguidos pela comunicação social, chegam ao aeroporto quarenta minutos depois entrando pelo acesso VIP, usualmente utilizado por embaixadores e diplomatas. A prometida declaração não foi feita e os McCann deixaram Portugal às 09h45 sem passarem pelo check-in.

DISCRIÇÃO NA PREPARAÇÃO DE VIAGEM

Ao longo do dia de sexta-feira, Kate e Gerry e seus familiares permaneceram dentro de casa, sem levantar suspeitas de que se estavam a preparar para ir embora na madrugada seguinte. Sem alarido passaram a ideia que estavam apenas recolhidos

JUSTICE MCGUINESS MENTIU À DESCARADA

Ao início da manhã de sexta-feira, Justice McGuiness afirmou desconhecer quando os McCann iam viajar. Afinal os lugares no vôo estavam marcados há mais de uma semana.

"CLARO QUE EM PORTUGAL HÁ QUEM PENSE QUE FUGIRAM"

Não era a imagem que queriam deixar mas foi a que ficou. “Claro que em Portugal há quem pense que eles fugiram”, reconhece o tio de Kate. Mas “só o fizeram pelos dois gémeos”, quatro meses depois do crime, na semana em que passam a suspeitos de matar e esconder o corpo da filha.

E se forem chamados de volta, “logo se vê”. Certo é que “eles estão felizes e é óptimo tê-los de volta” a Rothley, diz Brian Kennedy. Só não voltam os cinco, como queria a mãe há uma semana. Mas, “ao que se sabe, as buscas por Madeleine continuam”.

domingo, setembro 09, 2007

ÚLTIMAS DO CASO MADELEINE

Os pais de Madeleine viagaram hoje de regresso a Inglaterra. Depois de um dia de informações contraditórias sobre a data do regresso de Gerry e Kate, constituídos arguidos na investigação sobre o desaparecimento da filha, foram reservados bilhetes no voo das 09h30 de hoje da Easy Jet que liga Faro ao Aeroporto East Midland, que serve Leicester, cidade onde vivem.

Procurador admitiu prender Kate McCann
A situação chegou a ser discutida dentro da Polícia Judiciária de Portimão e em contactos telefónicos com o procurador, mas as dúvidas jurídicas à volta do caso (saber se seria homicídio negligente, que não prevê prisão preventiva, ou homicídio com dolo eventual, que já o admite) acabaram por ditar que Kate apenas fosse constituída arguida e sujeita ao termo de identidade e residência.

A mãe de Maddie também sentiu que o caminho da investigação era esse e logo na primeira noite após a primeira ronda de inquirições desabafou temer pela sua liberdade. Na manhã em que o interrogatório recomeçou a assessora de imprensa disse isso mesmo que Kate teve medo de ir para a cadeia tal era a segurança das acusações dos investigadores.

Ainda segundo apurou o Correio da Manhã, o grande problema da investigação parece ser ainda não estarem determinadas as circunstâncias da morte da criança. Bem como o facto de o cadáver não ter sido encontrado: algo fundamental para fortalecer a tese que agora está a ser defendida pela Polícia Judiciária.

A decisão de avançar para a constituição de arguido de Kate e Gerry foi bastante amadurecida na Polícia Judiciária e Ministério Público. Há mais de um mês que as autoridades tinham a convicção de que o casal McCann não fornecera todas as respostas, mas a chegada das análises mudou tudo. Embora não fossem absolutamente esclarecedoras (há uma correspondência de 78,95% do perfil genético de Maddie relativamente ao vestígio de sangue encontrado no carro usado pelos McCann), a verdade é que a probabilidade de o corpo da menina ou de qualquer peça de roupa sua ter andado no carro alugado depois do desaparecimento aumentou. A isto juntam-se outros elementos de prova, como o facto de os cães terem detectado odor de cadáver nas roupas de Kate e no peluche da criança e também não haver qualquer indício de ter ocorrido um rapto.

Gerry e Kate negam-no e consideram as acusações “absurdas”. Mas não conseguem contrariar a cadência de provas, ainda que circunstanciais, que a polícia tem reunido nas últimas semanas. Tudo aponta para a morte da criança no apartamento e para o facto de o cadáver ter sido sucessivamente mudado de local. O que poderá explicar a existência de sangue de Maddie no carro, que poderia ter sido obtido por contaminação, por exemplo de uma peça de roupa que a menina vestisse no momento da morte.


Kate sabia que era suspeita quando na quinta-feira à tarde entrou na Polícia Judiciária de Portimão. Por esse motivo foi acompanhada de um advogado, comportamento diferente do que assumira em inquirições que antes lhe tinham sido feitas.

Enfiar o corpo da criança no carro “com a família, polícia e imprensa toda à volta”, 25 dias depois do crime, seria “maquiavélico” para o tio de Kate. Brian Kennedy recusa a morte por acidente “muito menos a acusação por ocultação do cadáver”, salientando novamente “Maddie está viva e deviam era fazer tudo para a encontrar.”
“Dois anos de cadeia é algo que a Kate nunca vai aceitar. Não tem nada a esconder e continua livre para voltar para casa”, recorda o tio. “Acabei de falar com ela e sei que está a aguentar-se bem, tem um carácter forte.” As críticas à polícia portuguesa nunca foram explícitas e “também não vão ser feitas agora”. Brian percebe que, como arguidos, os sobrinhos tenham direito a não responder e à presença do advogado.

O casal McCann espera clarificar o seu estatuto legal em Portugal nas próximas 48 horas, revelou ontem Clarence Mitchell próximo do primeiro-mistro britânico, Gordon Brown. Também amigo da família, Clarence Mitchell acrescentou que os McCann “estão em amplo acordo de que devem sair logo que possam”. Director da Unidade de Monitorização dos Media no Gabinete Central de Informação, departamento que responde directamente perante o Gabinete do primeiro-ministro, Clarence Mitchell disse que “o casal pretende consultar os seus advogados no Reino Unido, país onde têm também o apoio de familiares e amigos”. Mitchell foi para o Algarve para prestar assessoria aos McCann após o desaparecimento de Madeleine.

Desde que começou a campanha para encontrar Madeleine, centenas de pessoas fizeram donativos para ajudar nas buscas da criança britânica. A soma dos donativos arrecadados já vai em 1 milhão e 480 mil euros.

Kate McCann foi confrontada durante o seu interrogatório na PJ com o vídeo dos cães a sinalizarem o odor de cadáver na sua roupa. Não forneceu qualquer explicação para esse facto, que está anexo ao processo como sendo um meio de prova .

A assessora do casal McCann garante desconhecer quem paga a defesa de Gerry e Kate, a cargo do advogado Carlos Pinto Abreu. A probabilidade de tal ser feito através do fundo existente para procurar Madeleine foi equacionada, mas ontem ainda não havia confirmação oficial.

PJ espera novas análises para deter casal Mc Cann
A Polícia Judiciária (PJ) acredita que poderá deter o casal McCann na próxima semana. Para tal, espera os resultados que ainda por estão por enviar pelo Forensic Science Service de Birmingham, Inglaterra, que espera que cheguem nessa altura, e o resultado das novas diligências que está a efectuar, retomando as buscas pelo corpo de Maddie. Kate e Gerry foram constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência, mas os próximos dias são decisivos para a mudança da medida de coacção.

É sobre a mãe de Maddie que recaem as maiores suspeitas. Os investigadores admitem a forte probabilidade de Kate ter dado um "estalo" em Maddie e de esta ter batido com a cabeça. O que os surpreende é que a mãe não tenha tido a iniciativa para chamar o 112. E é neste ponto que poderá residir o maior mistério, configurando a já referida hipótese de negligência grosseira. O facto de ser médica e ter percebido imediatamente o que se passou pode explicar o caso.

Amanhã, a PJ entregará ao procurador do Ministério de Público (MP) em Portimão o relatório das inquirições aos McCann, que, ao que o DN apurou, não tiveram grandes resultados devido ao silêncio de Kate e Gerry perante as 40 questões colocadas pelos investigadores.

sábado, setembro 08, 2007

NINGUÉM É CULPADO ENQUANTO É SUSPEITO!

"Kate e Gerry são formalmente suspeitos da morte e da ocultação do cadáver de Madeleine. O sangue encontrado no carro do casal, que só foi alugado 25 dias depois de a menina ter desaparecido, fez mudar todo o cenário. A convicção da Polícia Judiciária é agora de que foram os pais que mataram a criança, esconderam o corpo e depois simularam o rapto."

Esta é a noticia que desde ontem absorveu o povo português e não só.
Mas infelizmente, para os portugueses basta uma noticia e mudam radicalmente de atitude.
Há alguns dias, sentiam pena do casal inglês, hoje já ouvi coisas que até me deixaram parvo!

Já ontem há noite no café que eu frequento,
se ouvia coisas como:


"Que pais são aqueles que mataram a filha!"
"Ela já confessou que matou a filha e a enterrou!"
"Usavam seringas para drogarem os filhos!"
"Eu sempre desconfiei dela!"
"Sempre achei estranho porque ela nunca verteu uma lágrima pela filha!"
"Ela é cínica, tem sorrisos estranhos."
" Se me faltasse um filho eu ficava triste. Nem tinha forças para andar, também morria."

Aqui neste pequeno mundo
suspeito significa apenas e só, suspeito.
Ninguém é nem pode ser culpado
até que seja provado.

Suponhamos que não foram os pais os culpados...
Suponhamos que Maddie ainda se encontra viva...
Alguém imagina como se sente uma mãe ou um pai
ser acusado em praça pública pela morte da filha
quando os mesmos ainda têm a esperança
que a vão voltar a ver...???

sexta-feira, setembro 07, 2007

O MUNDO QUER A VERDADE!

De acordo com o SkyNews, a polícia insinuou que vestígios de sangue de Madeleine foram encontrados num veículo alugado pelos McCann, 25 dias depois do desaparecimento da criança.

Philomena McCann, irmã de Gerry, afirmou que a polícia ofereceu um acordo de confissão à sua cunhada, através do advogado. A proposta consistiria numa pena de dois anos de prisão caso Kate admitisse ter morto a filha por acidente e escondido o cadáver.

Gerry McCann:
«Qualquer um que saiba minimamente o que se passou na noite de 3 de Maio sabe que Kate está completamente inocente. Vamos lutar contra isto e não vamos parar de procurar a Maddie».

Brian Healy, o pai de Kate McCann e avô da pequena Madeleine, a menina desaparecida no Algarve a 3 de Maio, em declarações ao jornal The Sun em que se mostrou muito desagradado pelo comportamento da polícia portuguesa, que manteve nos últimos dois dias os pais da menina em interrogatórios de onde saíram arguidos, acabou por admitir que a sua filha Kate "apenas terá usado Calpol para a ajudar a menina a dormir", numa declaração inocente, mas que pode ter um peso acrescido numa altura em que os pais da menina são arguidos neste processo, e têm vindo a público diversas informações sobre a hipotética administração de medicamentos sedativos aos filhos do casal.
"Calpol Suspensão está indicado para o alívio sintomático de cefaleias ligeiras a moderadas, odontalgias, dores relacionadas com a dentição, dores de garganta (excluindo amigdalites), tratamento sintomático de síndromes gripais, constipações e febre de duração não superior a três dias", pode ler-se no referido boletim. Entretanto, e ao que apurámos, nos mercados inglês, irlandês e indiano é comercializado uma variante do Calpol que adiciona ao paracetamol uma substância anti-estamínica, para combater eventuais alergias, mas que aumenta o sono que aquele medicamento provoca.
Ainda assim, para que aquele medicamente tivesse sido administrado a Madeleine, o mesmo teria que ter viajado com o casal a partir de Inglaterra já que antes disso não era comercializado em Portugal.


Certo é que, decorrente das declarações inocentes do pai de Kate McCann, cai por terra a argumentação dos pais de Madeleine que sempre recusaram a ideia de terem administrados medicamentos aos filhos para que estes adormecessem mais cedo, tendo sempre justificado o facto das crianças terem ido dormir às 20h00 naquele fatídico dia 3 de Maio como "a continuidade de um hábito adquirido no dia-a-dia em Inglaterra", como sempre explicou o próprio pai de Maddie, Gerry McCann.

quinta-feira, agosto 16, 2007

sábado, agosto 11, 2007

FAZ HOJE 100 DIAS

É verdade, parece que foi ontem...
100 dias de sofrimento para os pais de Maddie.
100 dias em que muitos sentimentos foram demonstrados, chegando mesmo ao ponto de poderem ser suspeitos.
Parece-me a mim que o principal é respeitar a dor que eles sentem pelo desaparecimento de sua filha. Em segundo lugar, deixar a minha opinião a respeito da nossa polícia, que me pareceu muito lenta, pouco capaz (talvez pela pouca experiência neste tipo de casos), um pouco baralhada e incapaz de esconder o que quer que seja dos media, o que em nada ajuda as investigações.

A Polícia Judiciária (PJ) admitiu hoje publicamente, numa entrevista à BBC, que a criança britânica Madeleine McCann, desaparecida há 100 dias em Lagos, pode estar morta.

Deixo aqui o desejo que tudo se resolva o mais rápido possivel para descanso dos pais.

quinta-feira, maio 24, 2007

O NOSSO RUI PEDRO

Não podemos deixar este caso cair em esquecimento, marcou-me a mim e a muitos portugueses, quando a história surgiu publlicada nos jornais, e apareceu nas televisões...
Aconteceu muito antes de se começar a falar no caso Casa Pia...
Rui Pedro tinha 11 anos quando desapareceu. «Foi no dia 4 de Março de 1998, em Lousada. Por volta das duas da tarde, o meu filho pediu-me para ir dar uma volta de carro com o Afonso, um amigo dele. Disse-lhe que não. E ele foi andar na bicicleta da irmã. Desde esse dia, até hoje, nunca mais soubemos dele. Todavia, há miúdos do ciclo que o viram entrar no carro do Afonso.» depois de ter faltado á explicação e a bicicleta ter aparecido num mato... começaram as buscas. O tal de Afonso, foi interrogado pela familia (oferecendo-lhe tudo aquilo que ele quisesse pela resposta), ao que este respondeu a chorar que não sabia mas que se quisessem encontrá-lo deveriam ser fechadas as fronteiras pois ele podia estar já muito longe, a caminho do estrangeiro.
O primo de Rui Pedro resolveu também contar uma conversa que tivera com Afonso.... André veio a dizer que o Afonso os tinha convidado para irem no seu carro ás prostitutas e que tinham combinado encontrarem-se num outro local chamado Quinta da Costilha. Disse também que faltou a esse encontro porque a mãe não o tinha deixado sair de casa. Nesse dia a familia recebeu um telefonema em que uma criança com a voz igual á do Pedro... só consegui chamar pela mãe, tendo sido cortada a comunicação por alguém que lhe tirou o telefone das mãos e depois desligou. Nenhuma destas chamadas foi localizada. A partir daí foi um desenrolar de situações.
Em 2003 uma nova fotografia parece ter suscitado uma nova ponta de esperança para os pais do menino mais mediático da história da pedofilia em Portugal: Rui Pedro.
Ao que tudo indica, e de acordo com novas pistas, havia fortes possibilidades do jovem, estar "preso" nas teias de uma rede pedófila. Manuel e Filomena Mendonça, identificaram o filho numa fotomontagem de um cd rom da rede internacional Zandvoort. Ainda que a fotografia fosse montada, em que o corpo parece ser de uma rapariga, o pai de Rui Pedro garantiu não ter quaisquer dúvidas em relação ao rosto do filho.Depois de inúmeras pistas sem quaisquer resultados, esta parece não ser a primeira vez que Rui Pedro é reconhecido em fotos de redes pedófilas. Os familiares identificaram-no noutra imagem com a nudez exposta, "amarrado e com a cara tapada. Filomena Mendonça implorou o apoio da sociedade "para abraçar de novo o filho". O caso do Rui Pedro começou a ganhar, manifestamente, novos contornos.
Meses depois mais uma pista: Tratava-se de uma fotografia descoberta por uma jornalista da TVI, que no decorrer de uma investigação sobre pedofilia deparou-se com uma imagem que lhe fez lembrar o Rui Pedro. Depressa a jornalista entrou em contacto com a Polícia Judiciária e com a família do jovem desaparecido. A mãe foi peremptória ao afirmar que "este é claramente o Rui Pedro, tal como aquela fotografia que foi publicada na revista "Caras" de há dois anos".(na revista caras, rui pedro foi fotografado por acaso, junto a uma piscina com alguns homens de idade) A TVI encontrou num CD que fazia parte de um vasto espólio apreendido a um pedófilo holandês, que entretanto foi assassinado. Dessa apreensão constam CD's com várias dezenas de milhar de fotografias...As fotografias visionadas mostram crianças a ser abusadas sexualmente por adultos, 14 dos quais são identificáveis em várias fotografias. Este facto poderá ser uma das pistas das autoridades europeias, nomeadamente belgas e holandesas, que têm-se dedicado afincadamente ao combate à pedofilia nos últimos anos.
A questão agora é a seguinte... Rui Pedro tem agora 20 anos! Como estará a cabeça deste adolescente... como estará ele física, psicologica e emocionalmente? Uma criança perturbada, sofrida.. Será que está tão embrenhada no mundo da pornografia, que quer voltar para casa? Se é que está vivo!

quinta-feira, maio 17, 2007

PORQUE TAMBÉM SOU PAI


Pouco mais haverá para dizer
depois de tudo o que já foi dito,
pedido e implorado.

Como humano, como homem
mas acima de tudo como pai,
desejo ver
Madeleine
no colo de sua mãe.

Não é possivel a ninguém imaginar a dor,
o sofrimento, o coração rasgado em lágrimas

daquela mãe e daquele pai.

Como será encostar-se na cama para dormir
sem saber o que aconteceu com a filha,
onde está,
com quem, que lhe fizeram,
que lhe tencionam fazer, estará viva...

Você conseguiria dormir????

Conseguiria ter forças
para enfrentar diariamente as pessoas,
os jornalistas, as fotos da filha

por todas as paredes????

Conseguiria perdoar os responsáveis
de um acto tão cruel????

Voltaria a sorrir????

Teria vontade de viver????

eu respondo...

NÃO!

sábado, maio 12, 2007

PARABÉNS MADELEINE

Neste teu 4º aniversário,
apenas te posso desejar
o melhor presente que poderias ter...

Que voltes para junto dos teus pais urgentemente e com saúde.

quinta-feira, maio 10, 2007

QUE MUNDO ESTE...




Que mundo este em que se tiram crianças de meses, um, dois, cinco ou dez anos de junto dos seus pais, ora para os matar, ora para abuso sexual, pedófilia, etc.
E nestes últimos cinco anos, foram tantos os casos, tanto no nosso país, como por todo o mundo, onde estas fotos são apenas alguns exemplos.