sexta-feira, janeiro 11, 2008

OPINIÃO

Ontem quando regressava do trabalho, cheguei à estação do cais do sodré para apanhar o barco das 00h20 em direcção a Cacilhas quando comecei a ouvir alguém a falar alto, rindo e dizendo vários palavrões enquanto balançava um chapéu de chuva na mão.

É isso mesmo, um bêbado!

Primeiro pensei, não o vão deixar entrar no barco neste estado, mas rapidamente me apercebi que ninguém o impediu de o fazer.
Pois bem, durante toda a viagem do barco, o dito indivíduo praguejou inúmeros palavrões, riu às gargalhadas, foi batendo com o chapéu de chuva nas cadeiras, obrigando as pessoas que estavam sentadas a terem atenção senão ainda poderiam levar com o dito chapéu.

Agora eu pergunto...

Eu como cliente da empresa de transportes, como alguém que paga o passe ou o bilhete não tenho direito a viajar sem este tipo de inconveniente?
Será que nenhum dos funcionários da dita empresa de transportes que passou pelo indivíduo não podia fazer nada?
E já agora, que existem leis de proibição para tudo e mais alguma coisa, não era já tempo de proibir a venda de álcool a quem já não se encontra com as suas faculdades totais?

Por mais bêbado que um indivíduo esteja, se for a um café, bar, etc e pedir uma bebida, ninguém lhe pode proibir de beber.
Um dono de um bar, mesmo vendo que certas pessoas já não sabem o que estão a fazer, continuam a vender álcool porque querem é vender.
Não descansaram enquanto não arranjaram uma lei para os fumadores, então venha agora uma lei para os àlcoolicos.

Porque não à nada mais ridiculo e estúpido que um bêbado.

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quinta-feira, janeiro 10, 2008

domingo, janeiro 06, 2008

Bob Sinclar

TOGETHER
VALE SEMPRE A PENA SONHAR COM UM MUNDO ASSIM...

quarta-feira, janeiro 02, 2008

HOMENS, LEIAM!

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OS AUMENTATIVOS

O QUE A VIDA TEM DE BELO...



FRASES SOLTAS

"O tabaco é um vício, mas um vício brando e útil
brando para o indivíduo e útil para o Estado."


Moutinho de Almeida - Médico

RESPOSTA

"Infelizmente vivemos num mundo de idiotas e ignorantes.
Fumar não é crime!"

Este comentário que eu fiz em outro blog (O-Lado-B-Da-Vida.Blogspot.com), é apenas e só um comentário à postagem em causa e é aquilo que eu acho de quem governa as nossas vidas. Nunca foi nem nunca seria resposta a alguém em particular, caso contrário iria directamente ao blog da pessoa.

Reparei que houve quem interpretásse mal o meu ponto de vista, apesar de ser fumador eu próprio concordo que não se deve fumar junto de quem não gosta de respirar o fumo, apenas acho que a lei está incompleta, mas espero que a mesma seja cumprida, eu próprio não vou tolerar se reparar que alguêm não a cumpre.

Apenas acho, e tenho esse direito, que não me parece justo que não sejam proporcionadas condições para quem fuma. Logicamente separados de quem não fuma.
Idiotas são para mim aqueles que fazem as leis em cima do ombro sem que sejam devidamente justas.

Parece-me bem mais importante acabar com poluição das fábricas, a poluição dos automóveis, os milhares de jovens a fumar charro à vista de todos por essas ruas, as salas de chuto para drogados, ainda dizerem que são coitados porque são doentes, o aumento dos preços dos alimentos, do gás, da luz, da àgua, dos passes sociais, e nda de aumentar os ordenados nem as pensões dos idosos.


Preocupa-me mais a destruição das florestas, o aquecimento global do planeta, o buraco do ozono, as crianças que morrem de fome quando se gasta tanto dinheiro em armamento. Depois disto tudo o tabaco parece tão insignificante.

ESTA LEI FAZ FALTA...


Menores devem ter a palavra para escolher os pais

Ouvir as crianças, independentemente da sua idade, no âmbito dos processos de regulação de poder paternal - em caso de divórcio ou de diferendo entre pais afectivos e biológicos - poderá ser uma nova realidade a curto prazo em Portugal. É com esse objectivo que o Instituto de Apoio à Criança está a elaborar uma proposta de alteração à lei de protecção de crianças e jovens em perigo, a ser entregue em breve à Assembleia da República.

É, de resto, nesse sentido que têm apontado deliberações recentes do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, a favor do direito de audição dos menores, sem limite de idade, quando estão em causa decisões importantes para a sua vida.

O documento, que deverá ser subscrito por várias personalidades, pretende chamar a atenção para a necessidade de concretizar melhor na lei o conceito de superior interesse da criança, bem como introduzir o direito à preservação de relações afectivas profundas.

Esta iniciativa está relacionada com o desfecho de alguns casos recentes e polémicos de decisões judiciais sobre regulação do poder paternal de crianças em risco. A lei em vigor já permite aos juízes fazer uma interpretação no sentido da defesa do superior interesse da criança, mas quando a lei opta por consagrar alguns direitos, é importante que não estejam lá outros, ou seja, "a lei tem de ser mais clara, o direito à preservação das relações efectivas é um direito que tem de estar expressamente consagrado, porque é tão importante como o direito ao afecto".

Nos casos em que a criança esteve durante tempo prolongado ao cuidado e sob protecção de outrém que não os pais, "não deve ser aplicada a acção de regulação do exercício de poder paternal, mas sim de protecção da criança". Contudo, "para que isso aconteça é necessário que a lei tenha este conceito. E não o tem. Seria mais fácil se a lei fosse mais clara"

Uma acção de protecção da criança, pressupõe que esta está no centro das atenções e implica o trabalho de uma equipa multidisciplinar, enquanto na regulação do poder paternal, embora os princípios de protecção da criança sejam aplicados, toda a iniciativa está centrada no direito dos adultos, dos pais.

No final de Novembro, o IAC tinha entregue ao procurador-geral da República um documento que apelava à clarificação do "superior interesse da criança" em casos judiciais e que, por ordem de Pinto Monteiro, foi difundido pelo Ministério Público.

A presidente do IAC, Manuela Eanes, também admite que vários casos e decisões recentes dos tribunais "tiveram influência na elaboração mais rápida do documento".

LUSA