sexta-feira, dezembro 07, 2007

O FILHO ADIVINHO

Um homem vai ao quarto de seu filho dar-lhe boa noite.
O garoto está tendo um pesadelo.
O pai o acorda e pergunta se está bem.
O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Suzana havia morrido.
O pai garante que tia Suzana está muito bem e o manda de novo para a cama...
No dia seguinte tia Suzana morre.
Uma semana depois, como de hábito, o homem vai ao quarto de seu filho dar-lhe boa noite.
O garoto está tendo outro pesadelo.
O pai o acorda.
O filho diz que está com medo porque sonhou que o vovô havia morrido.
O pai garante que o vovô está muito bem e o manda de novo para a cama.
No dia seguinte o vovô morre.
Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite.
O garoto está tendo outro pesadelo.
O pai o acorda.
Desta vez o filho responde que está com medo porque sonhou que seu pai havia morrido.
O pai garante que está muito bem e o tranqüiliza.
Mas... não consegue dormir.
No dia seguinte, está apavorado. Tem certeza de que vai morrer.
Ele sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão.
Ele não almoça de medo de sua comida estar envenenada.
Evita todo mundo, de medo de ser assassinado. Ele tem um sobressalto a cada rua, e a qualquer movimento suspeito ele se esconde debaixo de sua mesa.
Ao voltar para casa, ele encontra sua esposa e diz:
- Marcia... Tive o pior dia de minha vida!
E ela responde,chorosa:
- Você acha que foi o pior... E o meu chefe, que morreu hoje de
manhã, assim que chegou ao escritório!

MORAL DA HISTÓRIA:

Melhor corno que defunto.

1 comentário:

Aorta disse...

Nem mais!
Fizeste-me lembrar uma história que li há tempo de uma nova invenção sobre como a mãe dividia a dor do parto com o pai da criança. Então, ao marido foi proposto dividir a dor do parto com a mulher, ao que ele aceitou. À medida que as contracções dela aumentavam, uma máquina, reduzia a dor da mulher a dava com a mesma intensidade no marido. Dói muito? perguntava-lhe o médico, ao que ele respondia: não doutor, pode aumentar a frequência. De novo, vinha uma contracção e o médico passava a dor da mulher para o marido. Dói? Não doutor, pode aumentar mais. E assim passaram horas. O bebé nasceu, sem dor para a mulher e sem dor para o marido.
Quando voltaram para casa, tiveram a triste notícia que o vizinho de baixo havia morrido com umas estranhas e fortes dores.

eh eh eh