sábado, janeiro 08, 2011
CAVACO SILVA EM ALMADA
domingo, maio 16, 2010
TEATRO NAS RUAS DE ALMADA


Trata-se de mais uma peça de teatro de rua de Almada, do grupo SEMENTES. Desta vez um grupo espanhol animou a Praça da Liberdade em Almada com uma peça para os mais pequenos e graúdos, onde imperou a dança e a interacção com o público.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
quarta-feira, outubro 14, 2009
POR AQUI NADA MUDOU...

Maria Emília Sousa falou para os pobres de espírito que são a maioria do núcleo duro dos votantes da CDU, os que votam nesta força quer nas legislativas, quer nas autárquicas.
Aliás, já no jantar de 6.ª feira ela se tinha referido ao assunto da troca de votações entre o MRPP e a CDU, devido à semelhança de logótipos. Obviamente, que se tratou de uma estratégia prevendo a perda da maioria absoluta ou até mais do que isso. É claro que Maria Emília falou para aqueles para quem fala habitualmente, e que ainda vão atrás de conversas para atrasados mentais.
Segundo, falou para para dentro do próprio PCP ao afirmar que a CDU ganhou muitos votos relativamente às legislativas, subliminarmente tendo dito que "quem ganhou as eleições fui eu, não a CDU", o que não deixa de ser verdade.
Fiquei hoje a saber que a CDU além de ter perdido a presidência de 4 câmaras alentejanas perdeu, igualmente, 7 maiorias absolutas entre as quais a de Almada.
Palavras para quê ?
Num partido normal, rolariam cabeças, no PCP tudo ficará igual. Nas próximas eleições voltarão a perder mais umas câmarazitas e de perda em perda, algum dia não lhes restará nenhuma.
Por vezes, fica-se com ideia que o PCP não é um partido político, é mais uma espécie de seita religiosa, em que o bispo é sempre o mesmo.
Maria Emília diz que PCP-CDU(ela) perde a maioria absoluta por engano!
Que GRANDE PETA!
A totalidade dos votos que o PCTP/MRPP obteve para a Câmara Municipal (3.237), somados aos do PCP-CDU (27.521) não dão para o partido comunista eleger o 6º vereador.
Maria Emília com esta declaração passa um atestado de menoridade ao seu eleitorado predilecto arregimentado.
Sabemos como é a mesquinhez política e onde existe.
Opinião de: Al-Ma'dan, em comentário no Blog emalmada.blogspot.com
segunda-feira, outubro 12, 2009
EM ALMADA NADA MUDOU...

Maria Emília Guerreiro Neto de Sousa, na Câmara Municipal de Almada desde 1979, venceu há poucas horas as eleições autárquicas para o seu sétimo e último (aleluia) mandato. Contra factos não há argumentos e o município é um exemplo a nível nacional. Nos últimos 30 anos foram vários os que ousaram questionar o trabalho feito e Almada é hoje um verdadeiro presente envenenado para um candidato à liderança da Câmara.
Se quiserem acabar com a vida política de alguém, ofereçam-lhe um lugar para concorrer contra Maria Emília e é certo que os seus dias estão contados.
São três as razões que fazem a maioria absoluta da CDU em Almada:
1- O PS, segundo partido mais votado tanto em 2005 como ontem, está em queda e o PSD não tem projecção suficiente;
2- Os índices de popularidade de Paulo Pedroso em Almada não são os melhores (pedofilia, casa pia);
3- É a Maria Emília, e está tudo dito.
Devo dizer que estou decepcionado com o povo de Almada, mas devo dizer também que este resultado já era esperado por mim. O povo reclama, reclama, reclama, mas no dia de votar, não se lembra mais que passou 4 anos a reclamar. Não existe alternativa, não existe partido que faça uma campanha forte, com ideias seguras, com projecto sério, com alegria que cative os habitantes de Almada.
terça-feira, setembro 22, 2009
domingo, setembro 20, 2009
TASQUINHAS & BURRICADAS
A população foi para a rua admirar os produtos tradicionais, beber uns copos, comer uns churros ou farturas e assistir à corrida de burros.
Os burros são uma das imagens da tradição de Cacilhas, pois segundo dizem os mais velhos, há muitos anos atrás as pessoas utilizavam os burros para se deslocarem em Cacilhas e o pagamento era feito com Cilhas. Daí se dizer que o nome da freguesia terá vindo da frase: "- Dá cá Cilhas! "
terça-feira, agosto 25, 2009
sábado, junho 20, 2009
SENTE-SE ALGUM DESESPERO...
- The funniest home videos are here
Há muita coisa obscura nestes últimos anos em que a CDU governou em Almada. Muita coisa foi feita, muito desenvolvimento foi realizado, mas muita coisa também não se sabe.
Talvez seja hora de dar tachos a outros, porque sempre aos mesmos cria vícios.
Mais informações A Q U I
Uma nota apenas para mencionar que depois de visionado o vídeo com muita atenção, é de enaltecer a "juventude" que acompanha a CDU....
sexta-feira, maio 22, 2009
A LUTA DOS COMERCIANTES DE ALMADA
segunda-feira, abril 13, 2009
26 DE AGOSTO DE 1931
Hoje chama-se Largo das vitimas de 26 de Agosto de 1931, onde está gravado no muro à direita o trágico acontecimento e o número de vitimas.
Na calçada foram reproduzidos os papagaios de papel em homenagem às crianças brutalmente assassinadas.CASTELO DE ALMADA
Castelo de Almada
Localização: Situado na parte mais ingreme do planalto de Almada, frente ao estuário do Tejo e de Lisboa.
Data de Construção: Desconhece-se ao certo a sua edificação, porém já em princípios do séc. XII, existia neste lugar um castelo árabe. O primeiro documento que nos descreve a existência de uma fortificação neste lugar é a “Geografia Nubiense” do geólogo árabe Edrisi. Esse castelo viria a ser completamente destruído durante a invasão sarracena de Tacube Almançor, sendo então edificado novo castelo durante o reinado de D. Sancho I, após a reconquista de Almada aos mouros entre os anos de 1195 e 1198. Melhorado por D. Dinis é durante o reinado de D. Fernando que o castelo sofre grandes reparações.Possivelmente demolido é durante o reinado de D. Manuel I, que se procede à reconstrução da actual fortificação, a qual viria a ser reedificada nos anos de 1666 durante o reinado de D. Afonso VI. Durante o terramoto de 1755, o castelo viria novamente a sofrer grandes estragos, sendo provavelmente reparado durante o ano de 1760.
Em 1825, fica completamente desactivado: a 13 de Janeiro o tenente Fulgêncio Gomes dos Santos Vale recebe ordens para entregar, ao arsenal militar, todo o material existente no castelo. Durante seis anos o castelo ficou completamente desactivado, até que os Miguelistas decidem reconvertê-lo novamente à função principal de fortificação marítima, em 1831; na altura a fortaleza era comandada pelo coronel Manuel de Freitas e Paiva. Em 18 de Fevereiro do ano seguinte é visitado pelo rei D. Miguel. Em Julho de 1833 os liberais decidem atacar o castelo. Uma atitude desnecessária, já que os miguelistas abandonaram o edifício na véspera do ataque.
O castelo de Almada é durante os anos de 1865 e 1866 novamente reparado, vindo no entanto a perder a sua importância como fortaleza defensiva de Lisboa.Diminuída a sua guarnição e o seu comando entregue a oficiais reformados, o castelo viria a ser então classificado como o forte número um da 2ª linha. A sua importância não se mantém por muito tempo.
Em 1868 é inaugurado o seu jardim público de onde se pode admirar toda a beleza do estuário do Tejo. Em 1910, a quando do advento da Républica, é ocupado pelas força populares, sem resistência pela sua guarnição sendo içada a bandeira verde e rubra.
No ano de 1918 durante o surto de epidemia da pneumónica, o castelo de Almada é improvisado em hospital. Em 26 de Agosto de 1931, durante a rebelião da base aérea de Alverca, o aviador revolucionário Sarmento Beires tenta bombardear o forte, mas falha o alvo tendo a bomba caído na vila causando a morte a várias pessoas. Mantendo-se até à revolução de 25 de Abril de 1974, guarnecido com tropas de artilharia, estas viriam nesse mesmo dia a aderir ao movimento dos capitães.A partir de 1976 as suas instalações passariam a serem ocupadas por forças de Guarda Nacional Republicana.
Bibliografia:
Eduardo Alves - Cacilhas dos Tempos Idos - 1º Volume - 1984.
Pinho Leal - Portugal Antigo e Moderno - Volume I - 1873-1890.
R. H. Pereira de Sousa - Fortalezas de Almada e o seu termo - 1981.
Jornal da Região – “Castelo de Almada – Histórica fortaleza” de Carla Figueiredo, 21/01/98
Jornal “O Almadense” de 6/9/31 sobre os acontecimentos de 26/08/31 e outros jornais da época.
domingo, abril 05, 2009
ALMADA
Em 1167, D. Afonso Henriques - o nosso primeiro rei, ocupou o território de Almada. Mais tarde, foi ocupada pelos árabes sendo depois retomada por D. Sancho I - o nosso segundo rei, a quem foi dada a Ordem de Santiago.
Almada resistiu ao castelhano em 1383-1385, sendo aliado de D. João I. Em 1513, D. Manuel concedeu-lhe um novo privilégio ao construir suas fortificações defensivas que vieram a ser importantes no século dezoito.
A batalha que deu a vitória a liberalistas ocorreu na Cova da Piedade, em 1833. O primeiro navio Português em ferro foi construído em Almada no ano de 1861. Almada foi transformada numa cidade em 1973.
Lissabon. von Almada aus gesehen. (Lisboa vista de Almada).Gravura a buril executada por L. Zechmayer (datas desconhecidas). c. 1834.
quinta-feira, novembro 27, 2008
JÁ EXPERIMENTEI O METRO SUL DO TEJO
É rápido, silencioso e tem a grande vantagemde não ser necessário ficarmos muito tempo à espera na paragem,
como acontecia com os autocarros.
quarta-feira, novembro 26, 2008
INAUGURAÇÃO DO METRO SUL DO TEJO
O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, deixou hoje, em Cacilhas, durante a cerimónia de inauguração da terceira e última etapa da primeira fase do Metro Sul do Tejo (MST), o compromisso de estender o projecto ao Fogueteiro, ao Barreiro e ao Lavradio.“O Governo não vai parar o desenvolvimento do MST. O projecto teve uma primeira fase e agora não se vai parar. Já estamos a estudar a segunda fase, para estender o metro ao Fogueteiro (segunda fase), para estender ao Barreiro, terceira fase, e ainda vamos prolongar até ao Lavradio com a rede de Alta Velocidade que atravessa a ponte sobre o Tejo. Mas vamos começar a estudar com profundidade aquilo que tem a ver com a oportunidade, o interesse e a análise económica e financeira do prolongamento até à Costa de Caparica. É outra aspiração que não está sequer no contrato de concessão, mas queremos que este projecto se mantenha em desenvolvimento”, afirmou Mário Lino esta manhã.
O Metro Sul do Tejo implicou um investimento de cerca de 400 milhões de euros, 74 dos quais subsidiados por fundos comunitários, cerca de 270 pelo Orçamento de Estado e 55 pela empresa concessionária, Metro Transportes do Sul. “Acho que foram 400 milhões de euros bem empregues, em que o custo envolvido neste projecto é claramente inferior aos benefícios que dele podemos retirar. E esta é uma das principais razões que nos devem levar a tomar decisões políticas sobre projectos de investimentos. É saber se os benefícios que trazem para o País, para as populações, para as actividades económicas, para a atracção de investimento, para a criação de emprego, para aumentar a mobilidade, para a qualidade de vida e para o ambiente são maiores que os custos. E este é seguramente um desses projectos. Por isso estou muito satisfeito por estar aqui”, disse o Ministro.
Com a conclusão da primeira fase do projecto, o MST tem agora três linhas: Corroios-Cacilhas, Cacilhas-Universidade e Corroios-Pragal, num total de 17 paragens: Cacilhas, 25 de Abril, Gil Vicente, S. João Baptista, Almada, Bento Gonçalves, Ramalha, Cova da Piedade, Parque da Paz, António Gedeão, Laranjeiro, Santo Amaro, Pragal, Boa Esperança, Fomega, Monte de Caparica e Universidade.
O traçado das três linhas permitirá a integração do metropolitano na rede de transportes existentes, possibilitando as ligações com os transportes públicos rodoviários (TST), transporte público fluvial (Transtejo) e comboios (Fertagus).
Recorde-se que a primeira fase do projecto foi desenvolvida em três etapas: a primeira (entre Corroios e a Cova da Piedade) inaugurada a 30 de Abril de 2007, a segunda (Cova da Piedade-Pragal-Universidade) a 15 de Dezembro de 2007, e a terceira, que entrou hoje em funcionamento.
A cerimónia de inauguração da extensão do MST até Cacilhas contou com a presença da Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, e da Governadora Civil do Distrito de Setúbal, Eurídice Pereira.
Falta referir que inaugura com cerca de 3 anos de atraso, com vários milhões de euros a mais nos custos e muita polémica envolvida.
Realmente toda a zona principal de Almada, por onde o metro vai passar, ficou mais limpa, menos poluída, mais aprazível e moderna, mas as ruas envolventes não sofreram melhoramentos e recebem agora todo o transito que outrora passava na avenida principal, ficando quase caótica, barulhenta e mais poluída.
domingo, novembro 16, 2008
FEZ-SE LUZ EM ALMADA
Haverá ainda uma pista de patinagem, um comboio lagarta para as crianças passearem pela cidade junto de um adulto, e existem colunas espalhadas pela zona comercial onde se podem ouvir músicas de Natal.
O Cristo Rei que comemora 50 anos, será envolvido por 4 figuras angelicais iluminadas de 70 metros de altura.
Por todos estes e mais alguns motivos, vale a pena visitar almada e passear por toda a zona remodelada por onde está prestes a inaugurar o Metro Sul do Tejo.
É claro que existe sempre um senão... Parece que o Natal ainda só chegou à zona por onde passa o Metro Sul do Tejo, aliás quase toda a reabilitação tanto do pavimento, passeios e mobiliário urbano apenas foi realizada nessa mesma zona. Por isso peço à Srª Presidente da Câmara que não se esqueça que no resto da cidade de Almada também existem pessoas que gostam do Natal.
sábado, novembro 15, 2008
Carta Aberta aos Almadenses

Caros concidadãos,
A primeira e que nos perpassa pela mente sem que tenhamos de ser engenheiros, bastando-nos o bom senso, é; como foi pensado o traçado escolhido? Ou melhor, foi o traçado deveras "pensado"?
A minha dúvida reside no facto de terem transformado a entrada principal da cidade, por isso mesmo a mais movimentada, numa via secundária de uma única faixa para cada lado, com escolhos sinuosos travestidos de paragens, atravessada por duas linhas do "moderno eléctrico" – que poderiam ter sido soterradas - e cujos semáforos em hora de ponta se limitam a alguns segundos de intermitência, com os engarrafamentos que isso acarreta. Como se não bastasse, ainda transfiguraram pequenas ruelas interiores em ruas principais, sem espaço ou sentido, muitas delas obrigando a volteios intermináveis por dentro da velha cidade sem destino plausível, apenas isso mesmo, volteios sem chegar a lado algum. Ruelas outrora pacatas, marcadamente vivenciadas pela população mais idosa da cidade, e que se vêem, em nome duma suposta requalificação, lotadas de carros, alguns perdidos no labiríntico devaneio de quem o idealizou, e as expectáveis buzinadelas de gente já à beira de uma crise de nervos. Se isto se passa com o cidadão que se desloca para e do trabalho, imagine, quem ainda não testemunhou, o problema das viaturas de emergência; trancadas entre veículos que não têm para onde se esgueirar a fim de dar passagem àqueles sobre quem pesa a necessidade premente da urgência. Lastimável? Não, vergonhoso!
Não querendo ficar por aí, todos sabemos como a edilidade pilhou os estacionamentos da cidade em nome duma outra ideia de progresso, a mobilidade. E afirmo pilhou porque todos nós pagámos esses estacionamentos aquando da compra da casa pois, para quem não o saiba, as envolventes das edificações são pagas pelos construtores das mesmas que, por sua vez, vertem esse custo no preço final dos imóveis. Hoje, esses estacionamentos pagos não são mais do que empedrados grotescos e ondeantes com pseudo definição de arte portuguesa, sem qualquer outra serventia senão a de esperar que alguém se passeie sobre eles, quiçá em busca da cidade perdida, e com outra virtude escondida, a de amplificar os sons da cidade. Ainda antes, essa mesma edilidade instituiu uma espécie de polícia camarária cujo objectivo, leia-se multas, é conseguido por meio de emboscadas e autênticas esperas ao "infractor". Se tudo isto não é uma forma de pilhagem, perdoem-me mas o meu dicionário não lhe atribui outro vocábulo, provavelmente por notória falha minha de português.
Mas não expiram aqui os erros no que toca às pretensas Requalificação e Mobilidade sem falar de outro atentado às mesmas feito no famigerado triângulo da Ramalha. Depois de muito acesos fóruns de eventual opinião pública, depois de debatidas, estudadas, escolhidas e autorizadas opções mais viáveis, eis que sujeitam as ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes à mais completa devassa dos direitos de qualquer cidadão deste país. Para além da perda dos estacionamentos para cerca de uma centena de automóveis, o designado canal do metro imiscui-se entre os prédios roçando portas principais e entradas para garagens, transformando o que antes era uma zona aprazível, até chamada nobre, numa salganhada de linhas, postes, semáforos, sinais de trânsito – quais palitos espetados num pedaço de queijo – e dificultando uma simples descarga de compras ou tornando o arrumar do carro na garagem numa missão quase impossível. E aqui subjaz a segunda questão: com que argumentos se convenceu, ou se deixou convencer, o Estado, dono da obra, a optar por uma solução mais cara e muito mais fracturante na qualidade de vida dos munícipes, se já havia autorizado a proposta dos mesmos?
Ora, se com as denominadas "Requalificação e Mobilidade" estamos como aqui se descreve - recorrendo a novo ditado, é caso para dizer que foi pior a emenda do que o soneto – passemos à terceira e última questão, mais do que pertinente; desconhece o executivo camarário o ruído ensurdecedor do guinchar metálico e perfurante das rodas nos carris do transporte apresentado como silencioso? Não, não desconhece porque muitos de nós já fizeram chegar o seu desconforto, para dizer o mínimo, ao dito cujo executivo. Mas como em tudo o mais que se refira a interpelações dos munícipes, a noção de democracia da edilidade não lhe permite sequer acusar a recepção do correio electrónico, quanto mais responder-lhe. E quisera eu falar apenas na estridência de ferro contra ferro, agora já se lhe juntou uma espécie de martelar profundo, como se as rodas das composições fossem quadradas. Não tem sido possível dormir, ou simplesmente intentar fazê-lo, com semelhante vizinhança, ainda em testes, e eis que estamos no século XXI, num Estado de direito no qual os cidadãos são tidos em conta tão-somente a cada final de mandato.
Tenho votado neste executivo, confesso antes que me atribuam intenções escusas, pelo que assumo a minha quota-parte de culpa neste desastre e não, não estou contra o Metro, estou contra o que dele fizeram. Mas nunca é tarde para mudar e recuperar a dignidade. Mataram Almada, que não matem a nossa voz!

Carta recebida por email
PEDIDO DE DESCULPA
Ontem quando vi as iniciais na estação do Metro Sul do Tejo em Cacilhas julguei que havia um erro. Pensava eu que Metro Sul do Tejo seria MST. Realmente, a empresa chama-se Metro Transportes Sul. Embora eu ache que tal como a TST (Transportes Sul do Tejo) e TT (Transtejo) havia mais lógica em ser Metro Sul do Tejo (MST).
Aqui ficam as minhas desculpas por este lapso.
quarta-feira, agosto 06, 2008
MAIS NOTICIAS DE ALMADA
Almada continua em grande no que diz respeito à criminalidadeO Tribunal de Almada foi assaltado, esta madrugada, por um número indeterminado de assaltantes que levaram o terminal de multibanco existente no interior do edifício.
O Tribunal de Almada não tem segurança entre as 00:00 e as 08:00, segundo disse um magistrado daquele tribunal à Agência Lusa. Fonte policial no local indicou que o assalto ocorreu depois das 03:00.
Os assaltantes - em número indeterminado - rebentaram a porta principal em vidro, acedendo ao interior das instalações de onde retiraram a caixa de multibanco. Depois, arrastaram o equipamento cerca de 30 metros até à estrada, carregaram uma viatura com a máquina ATM e puseram-se em fuga.
No local, deixaram uma meia de senhora com que terão ocultado a cara no momento do assalto. Deixaram ainda para trás rolos de papel e fragmentos da máquina multibanco, vestígios entretanto recolhidos pela Polícia de Investigação.
As instalações do tribunal da Almada também não dispõem de video-vigilância nem circuito interno de vídeo, acrescentou a fonte policial contactada pela Agência Lusa no local.
Apesar do assalto, o tribunal está a funcionar normalmente, fazendo-se o acesso ao edifício pela entrada da garagem.
Ministério vai colocar vigilância 24 horas
Fonte do gabinete do ministro Alberto Costa revelou à Agência Lusa que o Ministério da Justiça vai abrir os procedimentos necessários para que os principais tribunais nacionais voltem a ter vigilância 24 horas por dia.
A vigilância privada 24 horas por dia foi retirada dos principais tribunais nacionais a 01 de Janeiro de 2003, por decisão da então ministra Celeste Cardona, acrescentou.
Agora eu pergunto, se existir vigilância muda alguma coisa? Que pode fazer um indivíduo sozinho e desarmado?




























